O governo luso aprovou nesta quinta-feira (18), em conselho de ministros, a ‘intervenção civil’ da companhia aérea TAP, uma medida extraordinária que não era aplicada desde 2005 e com a qual os líderes pretendem impedir uma greve convocada para o final do ano.

O ministro da Economia, Antonio Pires de Lima, justificou esta postura pelo elevado número de emigrantes portugueses que dependem da TAP para retornar a seu país para o Natal, assim como pelos prejuízos para o setor turístico.

Em termos práticos, o recurso à ‘intervenção civil’ fará com que 70% dos empregados do grupo sejam obrigados a se apresentar em seu posto de trabalho, sob castigo penal se decidem não houver comparecimento, de acordo com a informação facilitada pelo Executivo.

DT