Deputados aprovam projeto que oficializa produção do queijo artesanal em Minas

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Foto: Divulgação

Deputados aprovaram na última segunda-feira (10), em primeiro turno, o Projeto de Lei (PL) 4.631/17, que trata da produção e comercialização de queijos artesanais

Com este projeto, a proposta do governador Fernando Pimentel, foi de oficializar a produção artesanal de queijo como uma agroindústria de pequeno porte e possibilita a criação de variedades diferentes de queijos artesanais. Atualmente, só há o reconhecimento legal em Minas Gerais para o queijo tipo Minas Artesanal de Casca Lavada e não são permitidas variações dele

De Sacramento, quem comemorou a aprovação do projeto foi a empresária do famoso queijo premiado na França, a produtora Marly Leite (foto).

“Para mim, é a realização de um sonho antigo, é a concretização para manter nossos filhos na fazenda e os filhos de nossos vizinhos. Gerar renda com dignidade, ser reconhecido em nossas capacidades”, destaca.

Afinação – O projeto permite que o Poder Executivo defina tipos diferentes do produto alimentício, como parmesão, e, a partir desses tipos, os produtores poderão criar variações com a adição de ingredientes, desde que isso não resulte na perda de qualidade do item.

O processo chamado de “afinação” também pode ser reconhecido oficialmente pela primeira vez se a proposta for aprovada. Trata-se de uma etapa na qual um queijo padrão fornecido por um produtor é alterado a partir de técnicas específicas que vão dar novas características ao item.

Conforme informações fornecidas pela Consultoria da ALMG, o conceito de “afinação” foi importado da França e abre espaço para o surgimento de “mestres queijeiros”, que vão atuar no aprimoramento dos queijos.

Assim, pretende-se estimular a diversificação dos produtos e incentivar seus produtores, com vistas a abrir mais oportunidades de mercado. Além disso, a proposta busca resguardar, no processo de produção dos queijos artesanais, a possibilidade da utilização de equipamentos e utensílios tradicionais, como as bancadas de madeira, desde que não interfiram nos parâmetros de qualidade estabelecidos para cada tipo de produto.

E viabiliza, para os tipos de queijo artesanal cujo regulamento permitir, a utilização de leite produzido fora da propriedade ou posse em que se situa a queijaria.

Adequação – A nova norma foi proposta para se adequar à Lei Federal 13.680, de 2018, que dispõe sobre a fiscalização de produtos alimentícios de origem animal produzidos de forma ar

Deputados aprovaram na última segunda-feira (10), em primeiro turno, o Projeto de Lei (PL) 4.631/17, que trata da produção e comercialização de queijos artesanais.

Com este projeto, a proposta do governador Fernando Pimentel, foi de oficializar a produção artesanal de queijo como uma agroindústria de pequeno porte e possibilita a criação de variedades diferentes de queijos artesanais. Atualmente, só há o reconhecimento legal em Minas Gerais para o queijo tipo Minas Artesanal de Casca Lavada e não são permitidas variações dele.

De Sacramento, quem comemorou a aprovação do projeto foi a empresária do famoso queijo premiado na França, a produtora Marly Leite (foto).

“Para mim, é a realização de um sonho antigo, é a concretização para manter nossos filhos na fazenda e os filhos de nossos vizinhos. Gerar renda com dignidade, ser reconhecido em nossas capacidades”, destaca.

Afinação – O projeto permite que o Poder Executivo defina tipos diferentes do produto alimentício, como parmesão, e, a partir desses tipos, os produtores poderão criar variações com a adição de ingredientes, desde que isso não resulte na perda de qualidade do item.

O processo chamado de “afinação” também pode ser reconhecido oficialmente pela primeira vez se a proposta for aprovada. Trata-se de uma etapa na qual um queijo padrão fornecido por um produtor é alterado a partir de técnicas específicas que vão dar novas características ao item.

Conforme informações fornecidas pela Consultoria da ALMG, o conceito de “afinação” foi importado da França e abre espaço para o surgimento de “mestres queijeiros”, que vão atuar no aprimoramento dos queijos.

Assim, pretende-se estimular a diversificação dos produtos e incentivar seus produtores, com vistas a abrir mais oportunidades de mercado. Além disso, a proposta busca resguardar, no processo de produção dos queijos artesanais, a possibilidade da utilização de equipamentos e utensílios tradicionais, como as bancadas de madeira, desde que não interfiram nos parâmetros de qualidade estabelecidos para cada tipo de produto.

E viabiliza, para os tipos de queijo artesanal cujo regulamento permitir, a utilização de leite produzido fora da propriedade ou posse em que se situa a queijaria.

Adequação – A nova norma foi proposta para se adequar à Lei Federal 13.680, de 2018, que dispõe sobre a fiscalização de produtos alimentícios de origem animal produzidos de forma artesanal.

ALMG

 

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