A competição deve acrescentar cerca de R$ 100 milhões à economia de cidades de Goiás e Minas Gerais, segundo a organização do evento. O torneio ainda ajuda a divulgar destinos brasileiros 

Começou neste sábado (22) a 22ª edição do Rally dos Sertões, o segundo evento da categoria, atrás apenas do rali Dakar. Neste ano, os competidores largarão de Goiânia (GO) e atravessarão 2,6 mil quilômetros divididos em sete etapas até a linha de chegada, em Belo Horizonte (MG), programada para o próximo dia 30.

A expectativa é que entre pilotos, jornalistas, equipes de apoio, organização, produção e logística, uma caravana de aproximadamente duas mil pessoas atravesse os municípios, movimentando o turismo e a economia local. “O evento ajuda a promover o turismo nacional e estimula a competitividade dos destinos”, diz o ministro do Turismo, Vinicius Lages.

A competição deve acrescentar cerca de R$ 100 milhões à economia das cidades visitadas, quase o dobro do ano passado – e movimentar toda a cadeia produtiva ligada ao turismo, que vai do vendedor de rua aos meios de hospedagem, segundo estimativas de Carlos Ronay, coordenador do Rally dos Sertões em Goiás.

Dos sete municípios pelos quais o Sertões passará, três serão sede do rali pela primeira vez: a goiana Catalão e as mineiras Paracatu e São Francisco. Completam o percurso, Caldas Novas (GO) e Diamantina (MG), que já receberam o Sertões em outras edições. Além do Brasil, mais nove países terão representantes na competição: África do Sul, Argentina, Chile, Espanha, França, Polônia, Portugal, Reino Unido e Uruguai.

MTur
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