Primeiro dia do Festival Internacional de Música Clássica encerra noite de apresentação com igrejas lotadas

0
31
Festival Internacional de Música Clássica, em João Pessoa (PB) - Foto: Gilberto Firmino / Divulgação

Por Max Oliveira

Igrejas lotadas, músicos consagrados, combinando performances que uniam técnica e sensibilidade. Assim, a noite desta segunda-feira (27) encerrou o primeiro dia do Festival Internacional de Música Clássica, que é promovido pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), em parceria com o BNDES e Ministério da Cultura.

O primeiro concerto da noite aconteceu na Igreja do Carmo, Centro Histórico da Capital, reunindo três artistas brasileiros: Ana de Oliveira (Violino) Dhian Toffolo (Viola) e Marcus Ribeiro (Violoncelo). No programa, intitulado “Divertimentos”, os músicos interpretaram clássicos de Mozart e Gnattali. Em seguida, na Igreja do Carmo, também no Centro, foi a vez das atrações internacionais.

Com o programa Fantasias para piano op. 16 “Kreisleriana”, os músicos Asi Matathias (Violino – Israel), Osca Opdam (Violino – Holanda) e Victor Stanislavsky (Piano – Ucrânia) executaram composições de R. Schumann e M. Moszrowsky. Para Alberto Johnson, coordenador artístico do festival, o sucesso do primeiro dia de concertos reflete a afirmação do evento no calendário cultural de João Pessoa.

O público assiste a tudo atentamente, interrompendo o silêncio apenas com as salvações após a execução das músicas. Essa simbiose entre platéia e artistas, inclusive, se repete a cada edição. “A música tem o poder de tocar a alma das pessoas, por isso que a satisfação com cada concerto e com o evento em si é enorme”, destacou o professor de musica da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Felipe Aquino.

Passando férias na Capital, a turista gaucha, Ingrid Konrath aprovou a iniciativa. Afirmando ser apreciadora da música clássica, ela destacou que o evento combina a beleza arquitetônica do Centro Histórico com o fascínio proporcionado pela boa música.

 “Estou gostando muito da cidade, da sua riqueza cultural, arquitetônica. Depois eu soube pela a minha amiga que estava tendo um Festival Internacional de Música Clássica aqui, eu vim prestigiar. Acho essa combinação maravilhosa – a música e as igrejas históricas”, afirmou.

Secom JP