Grupo Energisa apresenta tecnologias durante maior encontro de P&D e PEE do setor elétrico

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Imagem: Divulgação

Durante o IX Citenel e V Seenel, que tem como o tema “Inovação e Integração: Respostas Locais a Barreiras Globais”, diversas empresas apresentaram novas tecnologias para o setor elétrico.

O Grupo Energisa mostrou algumas tecnologias que impactarão diretamente na qualidade da energia fornecida aos consumidores de energia elétrica otimizando tempo e garantindo o fornecimento sem interrupções.

A Energisa Tocantins apresentou uma ferramenta que reduz o tempo de uma ligação nova. Antes, para realizar esse serviço era preciso desligar a rede ocasionando interrupção de fornecimento. “Esse equipamento permite que a nova rede seja instalada sem a necessidade desligamento e sem encaminhar outra equipe com mais recursos para realizar o serviço”, explica Tony Wendel Matos, engenheiro de subestação e linha da Energisa TO.

Segundo Matos, o protótipo do equipamento despertou o interesse de diversas empresas do Grupo Energisa e também de outras distribuidoras. “Estamos muito satisfeitos. A ferramenta nos trouxe um ganho de produtividade muito grande com redução de 1h15min no tempo do trabalho”, comenta o engenheiro.

Outra unidade do grupo Energisa que apresentou inovação foi a Energisa MT: um religador monofásico que tem a função de reestabelecer o fornecimento da rede em caso de desligamento por algum motivo transitório, como por exemplo, um galho de árvore.

De acordo com Alessandro Oliveira Fernandes, engenheiro de proteção da Energisa MT, de cada 100 eventos, esse religador permite que, em somente, 20 haja a necessidade de encaminhar uma equipe até o local para solucionar o problema. “Essa ferramenta ajudou a reduzir drasticamente o número de quedas de energia que tínhamos aqui na Energisa MT”.

Segundo Fernandes, já existem empresas interessadas em desenvolver o equipamento em escala industrial. Ambas as soluções foram desenvolvidas tendo como base as necessidades identificadas pelas concessionárias em suas operações e estão em desenvolvimento há três anos.

Assessoria