Espetáculo ‘Histeria’ estreia nesta sexta-feira (28) no Teatro Paulo Pontes, em João Pessoa. A peça une arte, psicanálise e cultura, tudo isso conduzido pelo pintou surrealista Salvador Dalí e o famoso psicanalista Sigmund Freud.

Jô Soares mergulhou no relacionamento improvável entre Freud (1856-1939) e Salvador Dalí (1904-1989) para dar forma à peça “Histeria”. Escrita pelo britânico Terry Johnson, a comédia parte de um encontro real entre o pai da psicanálise e o pintor surrealista, ocorrido em 1938, para criar uma trama delirante que mistura vários estilos.

“Vai da farsa mais louca ao drama mais profundo e volta à farsa enlouquecida”, diz Jô. E completa: “Isso exige muita agilidade dos atores; não só mental, mas também física”. Antonio Petrin interpreta Freud, que acaba de escapar da Europa nazista e se instala em Londres, à beira da morte, quando recebe a visita de Dalí, vivido por Cassio Scapin, suas certezas começam a ser questionadas —e outras duas figuras colaboram para isso: um médico judeu (Milton Levy) e uma menina misteriosa (Erica Montanheiro) que contrapõe realidade e inconsciente.

 

Ficção inspirada em fatos reais, “Histeria” promove um dos maiores encontros do século passado. “O texto é muito bem escrito, há mudanças de gênero, uma hora é comédia, outra vaudeville, drama, além de retratar duas figuras icônicas.  Me encantei desde o começo, quando Jô me chamou para produzir”, conta Rodrigo Velloni, que também realizou “Atreva-se”, outro sucesso dirigido por Jô Soares.

Os ingressos custam R$ 40 (meia-entrada) e R$ 80 (inteira) para as frisas do Teatro Paulo Pontes e R$ 50 (meia) e R$ 100 (inteira) para as cadeiras e estão sendo vendidos na loja Skyler do Manaíra Shopping.

Ficha Técnica:
Texto: Terry Johnson
Tradução e direção: Jô Soares
Produção: Rodrigo Velloni
Elenco: Norival Rizzo, Cassio Scapin, Erica Montanheiro e Milton Levy
OBS:
Rubens Caribé poderá substituir Cassio Scapin em algumas sessões sem aviso prévio da produção.
Diretor assistente: Mauricio Guilherme
Iluminação: Maneco Quinderé
Cenografia: Chris Aizner e Nilton Aizner
Figurino: Fábio Namatame
Música Original: Ricardo Severo e Eduardo Queiroz
Videografismo e Mapping: André Grynwask e Pri Argoud
Fotografia: Priscila Prade
Realização: Velloni Produções Artísticas

Assessoria